Ministro das Cidades, Bruno Araújo contesta informação de que Temer suspenderá novas contratações do benefício. “Vamos buscar parcerias na iniciativa privada para viabilizar e aprimorar o programa”, disse à Rádio Jornal de Pernambuco
O novo ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), contestou as informações de que o presidente interino Michel Temer suspenderá novas contratações do programa “Minha Casa, Minha Vida”, um dos carros-chefes de gestões petistas. Criado pelo governo Lula (2003-2010) e ampliado na gestão Dilma Rousseff, o projeto habitacional será apenas readequado, garante Araújo, que rebateu a manchete de capa do jornal O Estado de S. Paulo desta sexta-feira (20). Segundo o jornal paulista, por ordem de Temer, toda a terceira fase do programa seria suspensa para reavaliação de contratos.
“O governo se comprometeu com obras que a sociedade não podia pagar”, explicou Bruno Araújo, em entrevista à Rádio Jornal, veículo do jornal Diário de Pernambuco. acrescentando que pedirá auditoria fiscal com o objetivo de separar “o que é o Minha Casa, Minha Vida do governo Temer e o que é o do governo Dilma”. Ainda segundo o ministro, o momento de restrição orçamentária e crise econômica impõe a necessidade de revisão no modelo de contratação do programa – o que não implica a suspensão do benefício.
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